SEUS PROBLEMAS ACABARAM...
Já sabemos que os motivos, ou melhor, pretextos para a poita são dispensáveis. Desde que tenha alguém disposto a pagar bebida, a turma se reunirá.
Eis que essa alma caridosa está entre nós.
O Mateus pede para avisar que em comemoração ao seu aniversário neste mês e também por ter sido vitaliciado (ok, não sei digitar essa palavra não, ele me entregou o texto pronto) estamos todos convidados para a poita.
A festa será sábado, 29 de novembro, à partir das 14h na casa da Flávia, que fica na Rua dos Pais do Gabriel.
Quem não souber onde fica, ligar para o Gabriel ou para o próprio dono da festa.
A bagunça vai ser organizada: comes, bebes e música, tudo no C.I.F.
Quem não for para a festa contará com o já famoso eterno rancor do aniversariante.
Tenho dito!
Os verdadeiros fatos relevantes da vida julgados (com rapidez) por quem está legitimado a tudo entender!
segunda-feira, 24 de novembro de 2008
domingo, 23 de novembro de 2008
Excelentíssimos...
No dia 3 de dezembro, será o aniversário do nosso querido, grande e delicado Des. André. Sucede q, por coincidência, será também o dia da minha posse na PGE. Se o aniversariante não for fazer alguma coisa com a família ou a Gabi, achei que poderíamos reunir os eventos e fazer uma poita bacana em algum barzinho, tipo CDP, sei lá... O que vocês acham?
Ao Pleno.
No dia 3 de dezembro, será o aniversário do nosso querido, grande e delicado Des. André. Sucede q, por coincidência, será também o dia da minha posse na PGE. Se o aniversariante não for fazer alguma coisa com a família ou a Gabi, achei que poderíamos reunir os eventos e fazer uma poita bacana em algum barzinho, tipo CDP, sei lá... O que vocês acham?
Ao Pleno.
quinta-feira, 6 de novembro de 2008
sábado, 25 de outubro de 2008
O FIM DO PRÊMIO FDP?
Questão de ordem
Não que eu não seja conservador. Não que eu não me aferre à tradição. Pelo contrário! Acho que conservar a tradição é importantíssimo para se preservar a cultura. Porém, este post tem o afã de tentar abrir-lhes os olhos para um dilema que muito provavelmente permeará nosso intelecto, talvez até mesmo já no próximo ano: até onde o lendário prêmio FDP ainda faz sentido?
Vamos cair na real. Estamos ficando velhos, amadurecendo. Tudo bem, amadurecendo foi demais. Não, não estamos amadurecendo. De jeito nenhum. Somos os mesmos crianções de vários anos pretéritos. Enfim, estamos nos juntando - estamos, que eu digo, vocês - de forma séria a mulheres maduras, o que acaba desencadeando certo grau de maturidade em todos na turma, o que, por conseguinte, acaba meio que fazendo perder um pouco da graça original do prêmio FDP.
Émerson, Eudes, Fernando Veras e Gabriel já são casados; Gustavo já está noivo; Carlos Marden, André e Giuliano muito provavelmente noivarão no próximo ano. Daqui a pouco, sobrarão apenas alguns poucos desembargadores sem um compromisso solene. A não ser que o Wallace passe a usar anel de compromisso, o que, sinceramente, acho improvável.
À medida que nossa turma vai sendo amadurecida, nem que seja por extensão ou osmose, ou ao passo que desembargadores vão se comprometendo de modo mais formal, o prêmio FDP vai perdendo cada vez mais seu sentido. Senão, vejamos.
Não sei quanto a vocês, mas não imagino, por exemplo, o Wallace e a Nicole, o Gustavo e a Dani, fazendo uma viagem a, sei lá, uma micareta qualquer no litoral nordestino, e, na volta, o Wallace esquecendo os outros três lá, ou, então, trazendo o Gustavo e deixando as outras duas.
Não consigo imaginar um desembargador que está noivo ficar com a ex-namorada de alguém. Era mais fácil quando se tentava ficar ou se ficava com a ex-namorada, mas... como ele fará isso estando noivo? Sejamos sinceros: nenhum dos casados ou dos noivos fará isso.
Não passa pela minha cabeça entregar sem querer um desembargador para a sua noiva porque ficou com fulana algumas horas antes. Erros de tal gravidade só eram possíveis quando esse desembargador namorava, mas não quando está noivo.
O que estou tentando dizer é que a multiplicação de compromissos sérios na turma está fazendo com que seja cada mais difícil fazer uma "filha-da-putice". Percebam que as situações que descrevi acima foram as que deram o prêmio de FDP nos anos anteriores aos seus respectivos vencedores. Quando se trata de ex-namorada, até vai, mas noiva, aí já beira a sacanagem, né? A decadência do prêmio já é tão clara que estão querendo me indicar para receber o prêmio porque dei alguns abraços bobos e tentei agarrar as pernas maternais alheias. Ora... A grande verdade aqui é que só estão querendo me indicar por falta de opção, pois boa parte dos desembargadores, sendo bem realista, já não pode mais sequer ter uma chance de ganhar o FDP por serem casados ou estarem noivos. Além do mais, essa brincadeira que fiz na casa do André nem se compara em gravidade às outras situações que deram ao autor delas o prêmio de FDP nos anos anteriores. Se a coisa continuar assim, no próximo ano, eu acabarei concorrendo sozinho ao FDP. Entendem o que estou querendo dizer?
Por isso, não vim propor a extinção do prêmio FDP num átimo. Só acho que deveríamos começar a pensar seriamente em outro prêmio para, num futuro próximo, quando o FDP perder totalmente o sentido, esse novo prêmio poder substituí-lo a altura. Uma vez, há alguns anos, até tentamos fazer isso - instituir novos prêmios além dos originais - mas a direita conservadora encabeçada pelo Wallace votou contra. É bom que o façamos logo porque, quando o prêmio FDP finalmente já não tiver mais qualquer razão para subsistir, o que creio não estar longe, o prêmio que instituirmos agora já terá começado a fazer parte de nossa tradição.
Ao Pleno.
Questão de ordem
Não que eu não seja conservador. Não que eu não me aferre à tradição. Pelo contrário! Acho que conservar a tradição é importantíssimo para se preservar a cultura. Porém, este post tem o afã de tentar abrir-lhes os olhos para um dilema que muito provavelmente permeará nosso intelecto, talvez até mesmo já no próximo ano: até onde o lendário prêmio FDP ainda faz sentido?
Vamos cair na real. Estamos ficando velhos, amadurecendo. Tudo bem, amadurecendo foi demais. Não, não estamos amadurecendo. De jeito nenhum. Somos os mesmos crianções de vários anos pretéritos. Enfim, estamos nos juntando - estamos, que eu digo, vocês - de forma séria a mulheres maduras, o que acaba desencadeando certo grau de maturidade em todos na turma, o que, por conseguinte, acaba meio que fazendo perder um pouco da graça original do prêmio FDP.
Émerson, Eudes, Fernando Veras e Gabriel já são casados; Gustavo já está noivo; Carlos Marden, André e Giuliano muito provavelmente noivarão no próximo ano. Daqui a pouco, sobrarão apenas alguns poucos desembargadores sem um compromisso solene. A não ser que o Wallace passe a usar anel de compromisso, o que, sinceramente, acho improvável.
À medida que nossa turma vai sendo amadurecida, nem que seja por extensão ou osmose, ou ao passo que desembargadores vão se comprometendo de modo mais formal, o prêmio FDP vai perdendo cada vez mais seu sentido. Senão, vejamos.
Não sei quanto a vocês, mas não imagino, por exemplo, o Wallace e a Nicole, o Gustavo e a Dani, fazendo uma viagem a, sei lá, uma micareta qualquer no litoral nordestino, e, na volta, o Wallace esquecendo os outros três lá, ou, então, trazendo o Gustavo e deixando as outras duas.
Não consigo imaginar um desembargador que está noivo ficar com a ex-namorada de alguém. Era mais fácil quando se tentava ficar ou se ficava com a ex-namorada, mas... como ele fará isso estando noivo? Sejamos sinceros: nenhum dos casados ou dos noivos fará isso.
Não passa pela minha cabeça entregar sem querer um desembargador para a sua noiva porque ficou com fulana algumas horas antes. Erros de tal gravidade só eram possíveis quando esse desembargador namorava, mas não quando está noivo.
O que estou tentando dizer é que a multiplicação de compromissos sérios na turma está fazendo com que seja cada mais difícil fazer uma "filha-da-putice". Percebam que as situações que descrevi acima foram as que deram o prêmio de FDP nos anos anteriores aos seus respectivos vencedores. Quando se trata de ex-namorada, até vai, mas noiva, aí já beira a sacanagem, né? A decadência do prêmio já é tão clara que estão querendo me indicar para receber o prêmio porque dei alguns abraços bobos e tentei agarrar as pernas maternais alheias. Ora... A grande verdade aqui é que só estão querendo me indicar por falta de opção, pois boa parte dos desembargadores, sendo bem realista, já não pode mais sequer ter uma chance de ganhar o FDP por serem casados ou estarem noivos. Além do mais, essa brincadeira que fiz na casa do André nem se compara em gravidade às outras situações que deram ao autor delas o prêmio de FDP nos anos anteriores. Se a coisa continuar assim, no próximo ano, eu acabarei concorrendo sozinho ao FDP. Entendem o que estou querendo dizer?
Por isso, não vim propor a extinção do prêmio FDP num átimo. Só acho que deveríamos começar a pensar seriamente em outro prêmio para, num futuro próximo, quando o FDP perder totalmente o sentido, esse novo prêmio poder substituí-lo a altura. Uma vez, há alguns anos, até tentamos fazer isso - instituir novos prêmios além dos originais - mas a direita conservadora encabeçada pelo Wallace votou contra. É bom que o façamos logo porque, quando o prêmio FDP finalmente já não tiver mais qualquer razão para subsistir, o que creio não estar longe, o prêmio que instituirmos agora já terá começado a fazer parte de nossa tradição.
Ao Pleno.
terça-feira, 7 de outubro de 2008
É POITAAAA!!


É POITAAAA!!
Prezadas crianças!!
É com grande orgulho que assumo o poder supremo.
Sim, sim, claro (por enquanto) ainda temos um "presidente". Mas sendo ele ausente o poder é meu até que ele retorne ou até que eu o derrube, o fature e o faça mulher.. (ui ui ui )
Enfim, conforme prometido, proximo sábado dia 18 (alterado) de outubro, quase no dia da criança, quem ganha o presente é você desembargador que votou em mim.
Fica marcado então. Andrezim, Andrezim, na mesma bat hora, no mesmo bat local.
p.s. Como alguns retardados acabaram me perguntando qual é a "mesma bat hora" e "o mesmo bat local", resolvi esclarecer.
Local: Casa da minha mamãe
Hora: 13 e alguma coisa (AGORA É 13 E ALGUMA COISA E NÃO 17H BANDO DE FELA)
quinta-feira, 25 de setembro de 2008
Andrezim, Andrezim...
Amiguinhos...
Como prova de minha boa fé em organizar minha poita de 3 grades caso seja vice convoco a todos para uma prévia do que virá.
Sábado, a partir do meio dia, na residência de minha mamãe onde todos vocês já conhecem uma reunião da "tchurma", tomar umas, refrescar-se na piscina, dessa vez vou levar apenas os comes. Carnes e tira gostO e cada um leva sua bebida.
Até lá.
Como prova de minha boa fé em organizar minha poita de 3 grades caso seja vice convoco a todos para uma prévia do que virá.
Sábado, a partir do meio dia, na residência de minha mamãe onde todos vocês já conhecem uma reunião da "tchurma", tomar umas, refrescar-se na piscina, dessa vez vou levar apenas os comes. Carnes e tira gostO e cada um leva sua bebida.
Até lá.
segunda-feira, 22 de setembro de 2008
Golpe no Vice
O aniversário do nosso Presidente se aproxima. Amanhã para ser exato. Passaremos sem poita pelos nobres e sérios motivos que o levaram às terras paulistanas. Uma pena, pois os Emersozims sempre foram lendários. Mas os motivos nobres o protegem de um golpe.
Por outro lado, isto não impede de bater no segundo em comando. O MM MT sequer disse adiós e partiu para um mestrado na Europa. Tudo bem que, neste primeiro módulo, ele só ficará fora por uns quarenta dias. Ainda assim, era o caso de bancar uma festinha de despedida. Ao invés disso, partiu no mais absoluto silêncio.
Assim, proponho golpe no MT, devendo assumir o segundo mais votado na eleição última (e eu lá lembro quem foi?). A única chance de não derrubarmos o MT é se ele bancar uma poita de retorno.
O aniversário do nosso Presidente se aproxima. Amanhã para ser exato. Passaremos sem poita pelos nobres e sérios motivos que o levaram às terras paulistanas. Uma pena, pois os Emersozims sempre foram lendários. Mas os motivos nobres o protegem de um golpe.
Por outro lado, isto não impede de bater no segundo em comando. O MM MT sequer disse adiós e partiu para um mestrado na Europa. Tudo bem que, neste primeiro módulo, ele só ficará fora por uns quarenta dias. Ainda assim, era o caso de bancar uma festinha de despedida. Ao invés disso, partiu no mais absoluto silêncio.
Assim, proponho golpe no MT, devendo assumir o segundo mais votado na eleição última (e eu lá lembro quem foi?). A única chance de não derrubarmos o MT é se ele bancar uma poita de retorno.
sexta-feira, 19 de setembro de 2008
Quando ela própria me contou, não acreditei. Tipo... Ela já não teria se casado com Jacó no tempo de Abraão? Juro q vi o nome dela no Antigo Testamento em algum versículo meio borrado por uma carcaça de traça. Época boa aquela em que se multiplicavam a cerveja e os tira-gostos... Hoje em dia temos que comprar latas e mais latas de azeite para temperar o cascalho... Muito provavelmente ela deve ter confundido Chá de Panela com Bodas de Diamante (não lapidado), não? Enfim... Este post é só para saber quem irá ao Chá de Panela da nossa Exma. Raquel Brandão amanhã à tarde.
Manifestem-se!
Manifestem-se!
sexta-feira, 5 de setembro de 2008
NASCEU !
Ilustres Membros dessa Corte,
É com alegria que comunico que às 18hs do dia 3 de setembro nasceu GUSTAVO, filho do nosso Presidente Emerson e da Primeira Dama Bia.
O bebê nasceu paulista, pesando 3.50 kgs e medindo 49 cms.
Pais e filho passam bem.
Vamos nos rejubilar e comemorar!
Felicitações,
Eudes e família
É com alegria que comunico que às 18hs do dia 3 de setembro nasceu GUSTAVO, filho do nosso Presidente Emerson e da Primeira Dama Bia.
O bebê nasceu paulista, pesando 3.50 kgs e medindo 49 cms.
Pais e filho passam bem.
Vamos nos rejubilar e comemorar!
Felicitações,
Eudes e família
sexta-feira, 22 de agosto de 2008
OLIMPÍADAS... VIVA...
Esse texto começou como um comentário a um dos inúmeros posts sobre as Olimpíadas no blog do Chuck, que, por sinal, é o blog oficial sobre o tema. E graças aos irmãos Coutinho, o blog oficial para debate de português e geopolítica. Mas enfim, vi que estava com uma conversa comprida demais para um frequentador do blog e fiquei curioso para saber se mais alguém pensa como eu.
Como o título entrega, falemos de Olimpíadas. Vou começar dizendo que detesto esporte. Dentro desse ódio, tenho um cantinho todo especial pelas Olimpíadas. Antigamente, em época de Olimpíada, sempre que tava passando (que é durante as 29,5 horas e meia do dia), meu pai virava pra mim e dizia "Aí, inútil! Podia estar lá se não ficasse pendurado nesse videogame!" E quando eu digo antigamente, quero dizer semana passada. Achei melhor colocar logo as coisas em pratos limpos, para ninguém me acusar de ser tendencioso. Só que isso é apenas uma coisa minha e vou procurar não transferir para o texto. O que eu não me conformo são certos esportes, que teimam em aparecer nas Olimpíadas. Raciocinem comigo e vejam se o evento em geral não seria bem melhor se fossem limados da seleção final. E para aqueles que perguntam se eu tenho uma idéia melhor, digo "Rá! Claro que tenho!". Leiam e vejam se conseguem apontar um erro sequer em minha argumentação.
SAI: Futebol feminino. E isso não teria nada a ver com o fato de que não vejo a menor graça em futebol em geral. Vocês hão de concordar comigo que é muito esquisito ver um bando de mulheres jogando melhor do que a gente. Alguns dirão que não precisa de muita coisa pra jogar melhor do que eu. É justo. Não muda o fato de que há seleções e mais seleções de MENINAS deixando os espectadores de futebol constrangidos em casa.
ENTRA: Futebol de sabão feminino. Aaaaahhhhh! Aí a coisa muda de figura! Juntemos strippers de todos os países e as coloquemos, ensaboadas, para bater aquela bolinha de brincadeira. Que convenhamos deveria ser o único futebol permitido para as mulheres em todo mundo. Além das hilárias situações de quedas, acabaria aquele desconforto de ver aquele bando de mulheres (quase todas horrendas) aumilhando a gente no que deveria ser nossa arena.
SAI: Esportes com salto em geral. Eu juro que não entendo. Nego chega lá, dá um pulo e ganha uma medalha?! Absurdo! Tem gente jogando lá faz três anos em modalidades que teimam em não acabar e o tio vai lá e leva o ouro pra casa porque pulou? Não senhor, aqui não!
ENTRA: Labirinto da morte com obstáculos surpresa. O que me incomoda nos esportes com pulo é a falta do contexto. Solta esse povo todo em um labirinto e vamos ver eles pulando o seu caminho para fora. Haveria fossos, muros e dava até pra gente encaixar a necessidade do salto com vara em algum lugar. Pelo menos ia dar algum sentido para o salto com varas. Quem é que anda por aí saltando com varas, afinal de contas? Além disso, meu labirinto premiaria, além da capacidade de pular, a astúcia e inteligência , separando o homem do cururu.
SAI: Badmington. Para você que está se perguntando "what the hell is badmington, anyway?!", prepare-se! Tá preparado? Pois bem, badmington nada mais é do que peteca. Poisé. Peteca. Tem gente ganhando medalha pra jogar peteca por aí. Ora, por que é que não premiamos o freesbee, o pogobol e o pega varetas, então? Quem quiser que jogue peteca em casa, pombas!
ENTRA: Frescobol. Essencialmente é o mesmo princípio, só que muito mais legal. Além disso, me parece um desperdício de esforço montar uma arena para esportes de praia e termos apenas o vôlei.
SAI: Nado sincronizado. Que porra é essa?! Um monte de mulheres dançando na piscina?! Que esporte é esse, alguém me explica, faz favor? Já não fazem basicamente isso na ginástica?
ENTRA: Pole dancing. Se é pra ver mulher dançando, que ela esteja nua, coberta de óleo e se insinuando para a platéia, que é como Deus sempre quis que fosse, desde o começo dos tempos. Afinal, as strippers já estariam lá para o futebol de sabão mesmo, poderiam muito bem ganhar umas medalhas (e uma graninha) extra.
SAI: Hipismo. Desde que aquele pangaré do Balloubet de Rouet (ou sei lá como é o nome daquele bicho, espero que tenha virado cola a essa altura), deu aquele chilique na Olimpíada de 2000, fiquei com a pulga atrás da orelha com relação ao hipismo. Isso se confirmou nessa Olimpíada, quando um cavalo, não sei nem se do Brasil, foi desclassificado por dopping. Então, basicamente nós estamos dando medalhas para bichos, é isso? E não me venham com o argumento de que o atleta é o cavaleiro. O cavaleiro está lá de acessório. Eu até concordaria com essa argumentação se o cara pegasse o cavalo nas costas e fizesse o percurso. Seria feio pra cacete, apesar de interessante de assistir, mas aí sim seria a premiação do atleta, ao invés do animal.
ENTRA: Briga de galo. Se é pra ver bicho disputando, bota os galo pra brigá! Cachorro não, que dá pena. Mas galo? Para dar um toque épico ao esporte, poderíamos estabelecer que o perdedor seria devorado pela equipe de treinadores do vencedor. Putzgrilla, se isso não subisse a audiência, não mais o faria subir!
SAI: Ping Pong. Ou tênis de mesa, conforme o povo que joga. Ping pong nas Olimpíadas premia apenas os vagabundos. Todo bom jogador de ping pong que eu conheci ficou assim gazeando aula pra jogar. Colocar esse bando de sem futuro nas Olimpíadas é alguma coisa como incentivar o seu filho a ser pagodeiro ou sua filha a dançar o Créu.
ENTRA: Porrinha. Já que vamos incentivar a vagabundagem, vamos fazer isso direito! Além disso, como Forrest Gump já provou, qualquer retardado pode ser tornar um ás no ping pong. Mas a porrinha exige uma mente ladina, que seja capaz de conhecer o seu adversário melhor do que ele mesmo, além de um figueiredo tranquilo, pra aguentar sei lá quantos dias de prova. Dependendo da conveniências, a final da porrinha poderia ser em conjunto com a final de briga de galo, sendo servido o vencedor da medalha de prata como tira gosto.
Bem, é isso. Sei que os mais aficcionados por Olimpíada vão chiar e tudo mais, mas para vocês, um conselho: esfriem a cabeça e vejam se eu não estou com a razão. Qualquer reação diferente da recomendada, podem adotar o procedimento Veras para situações de ódio profundo.
Assinar:
Comentários (Atom)